Óleo ou azeite? Qual usar?

ÓLEO DE SOJA

Resistente ao aquecimento, até 180 graus celsius não perde as propriedades, ideal para frituras, não é o mais saboroso, mas o de preço mais baixo no mercado.

ÓLEO DE LINHAÇA

Ideal para saladas ou comidas frias, funciona muito bem misturado com iogurte ou ricota.

ÓLEO DE MILHO

Apropriado para fazer bolos, doces e massas. Não é indicado o seu consumo frio e nem submetido a altas temperaturas.

ÓLEO DE CANOLA

Suporta até 180 graus celsius, tem 58% de gordura monoinsaturada.

AZEITE

Para um aproveitamento melhor de suas propriedades benéficas não deve ser submetido a altíssimas temperaturas. É muito saboroso e apropriado para refogar, cozinhar, assar e em preparos de alimentos frios.

ÓLEO DE GIRASSOL

Mais resistente que os outros óleos, podendo ser aquecido até 200 graus Celsius mantendo suas características originais, sem alteração de sabor, cor ou cheiro. Ideal para frituras de carnes e peixes.

ÓLEO DE COCO

Pode ser usado em tudo na cozinha, mantém um leve sabor da fruta, muito recomendado em dietas, sua gordura nunca é estocada, é rapidamente absorvido e rapidamente metabolizado.

CLASSIFICAÇÃO DOS AZEITES

  • São considerados azeites extravirgens aqueles cuja acidez é menor do que 0,8% e que apresentaram atributos positivos suficientes em testes sensoriais. São produtos de alta qualidade gastronômica e no dia-a-dia são utilizados para finalização de pratos ou saladas. Industrialmente podem ser misturados com outros tipos de azeite.
  • Os azeites de oliva com acidez entre 0,8% e 2% são conhecidos como azeite de oliva virgem. Na sua comercialização podem receber o epíteto fino. Seu principal uso é o culinário e, quando usados industrialmente, são mesclados com outros tipos de azeite.
  • Os azeites com acidez maior do que 2% denominam-se azeite de oliva virgem lampante. Destinam exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites de oliva.
  • Azeites que superam o grau de acidez de 2%, ou que por problemas climáticos ou de processo apresentam defeitos sensoriais, são destinados ao refino. O refino não modifica a estrutura química do azeite de oliva e elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destina-se exclusivamente à utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.
  • A mistura de azeite refinado com azeites de oliva virgens (extra, fino ou lampante) recebe a denominação genérica azeite de oliva. O grau de acidez final não pode superar 1%. Essa limitação modula a utilização dos azeites virgens na produção do azeite de oliva. Ou seja, para atendê-la, os fabricantes se obrigam a utilizar mais azeites de oliva extravirgem (ou fino) do que o lampante na elaboração do azeite de oliva. A principal utilização do azeite de oliva é culinária.

ASOLIVA – Asociacón Española de La Industria y el Comercio Del Aceite de Oliva Español, entidade privada, sem fins lucrativos, existente desde 1928, cujo objetivo é promover a exportação de azeite de oliva espanhol

Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/o-mito-da-acidez-dos-azeites_1053.html#ixzz3bjW37AFb

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